VietNam News
Thursday, August 4, 2011
Burle Marx
Burle Marx teve participação definitiva na arquitetura moderna. Sua obra está identificada com as principais vanguardas artísticas, como a arte abstrata, o concretismo e o construtivismo.Parque Burle Marx - O cuidado com o meio ambiente é a principal preocupação do novo bairro, o Setor Noroeste é o primeiro bairro verde de Brasília. Mas, o que é bairro verde? Pra simplificar essa dúvida basta apenas eu dizer que o bairro é ecologicamente correto, ou seja, o bairro vai usar recursos naturais como a luz solar e as águas das chuvas para se sustentar. O Setor Noroeste é vizinho do parque ecológico Burle Marx uma área de preservação ecológica que vai se juntar a bela paisagem do bairro. Parque Burle Marx ganhará lagos artificiais e vias de trânsito para embelezar o local e facilitar a vida dos freqüentadores, e ainda terá o seu território divido em duas áreas, uma aberta a visitação e recreação e outra reservada apenas para pesquisas e conservação. Nesses locais, o desenvolvimento sustentável das atividades dentro do parque é o maior objetivo.
(São Paulo, 4 de agosto de 1909 — Rio de Janeiro, 4 de junho de 1994).
Foi um artista plástico brasileiro, tendo ganho renome internacional ao exercer a profissão de arquiteto-paisagista. Morou grande parte de sua vida no Rio de Janeiro, onde estão localizados seus principais trabalhos, embora sua obra possa ser encontrada ao redor de todo o mundo.
Biografia
BiografiaEra o quarto filho de Cecília Burle (de origem pernambucana e francesa) e de Wilhelm Marx, judeu alemão, nascido em Stuttgart e criado em Trier (cidade natal de Karl Marx, primo de seu avô).
A mãe, exímia pianista e cantora, despertou nos filhos o amor pela música e pelas plantas. Roberto a acompanhava, desde muito pequeno, nos cuidados diários com as rosas, begônias, antúrios, gladíolos, tinhorões e muitas outras espécies que plantava no seu jardim. Com a ama Ana Piascek aprendeu a preparar os canteiros e a observar a germinação das sementes do jardim e da horta.
A mãe, exímia pianista e cantora, despertou nos filhos o amor pela música e pelas plantas. Roberto a acompanhava, desde muito pequeno, nos cuidados diários com as rosas, begônias, antúrios, gladíolos, tinhorões e muitas outras espécies que plantava no seu jardim. Com a ama Ana Piascek aprendeu a preparar os canteiros e a observar a germinação das sementes do jardim e da horta.
O pai era um homem culto, amante da música erudita e da literatura europeia, preocupado com a educação dos filhos, aos quais ensinou alemão, embora se dedicasse aos negócios, como comerciante de couros, num curtume que mantinha em São Paulo.
Mudança para o Rio de Janeiro
Quando os negócios começam a ir mal em São Paulo, seu pai resolve mudar-se para o Rio de Janeiro em 1913. A família vive um tempo em casa de familiares e quando a nova empresa de exportação e importação de couros de Wilhelm Marx começa a ter resultados positivos finalmente se mudam para um casarão no Leme. Neste casarão, Burle Marx, então com 8 anos, começa a sua própria coleção de plantas e a cultivar suas mudas.
Período na Alemanha
Aos 19 anos, Burle Marx tem um problema nos olhos e a família se muda para Alemanha em busca de tratamento. Permanecem na Alemanha de 1928 a 1929, onde Burle Marx entra em contato com as vanguardas artísticas. Lá conheceu um Jardim Botânico com uma estufa mantendo vegetação brasileira, pela qual ficou fascinado.
As diversas exposições que visitou e, dentre as mais importantes a de Picasso, Matisse, Paul Klee e Van Gogh, lhe causaram grande impressão, levando-o à decisão de estudar pintura.
Formação acadêmica em Arquitetura (Belas Artes)
Formação acadêmica em Arquitetura (Belas Artes)
Durante a estada na Alemanha, Burle Marx estuda pintura no ateliê de Degner Klemn. De volta ao Rio de Janeiro, em 1930, Lucio Costa, que era seu amigo e vizinho do Leme, o incentiva a ingressar na Escola Nacional de Belas Artes, atual Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Burle Marx convive na universidade com aqueles que se tornariam reconhecidos na arquitetura moderna brasileira: Oscar Niemeyer, Hélio Uchôa e Milton Roberto, entre outros.
O primeiro projeto de jardim público idealizado por Burle Marx foi a Praça de Casa Forte, no Recife, em 1934. Nesse mesmo ano assumiu o cargo de Diretor de Parques e Jardins do Departamento de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco, onde ainda lidava com um trabalho de inspiração levemente eclética, projetando mais de 10 praças. Nesse cargo, faz uso intenso da vegetação nativa nacional e começou a ganhar renome, sendo convidado a projetar os jardins do Edifício Gustavo Capanema (entãoMinistério da Educação e da Saúde). Em 1935, ao projetar a Praça Euclides da Cunha (conhecida como Cactário Madalena) ornamentada com plantas da caatinga e do sertão nordestino, buscou livrar os jardins do "cunho europeu", semeando a alma brasileira e divulgando o "senso de brasilidade". Seu grupo do movimento arquitetônico modernista (junto com Luiz Nunes, da Diretoria de Arquitetura e Construção, e Attílio Correa Lima, responsável pelo Plano Urbanístico da cidade, ganhou opositores como Mário Melo e simpatizantes como Gilberto Freyre, Joaquim Cardozo e Cícero Dias, com os quais sempre se reunia. Em 1937 criou o primeiro Parque Ecológico do Recife.


Sua participação na definição da Arquitetura Moderna Brasileira foi fundamental, tendo participado das equipes responsáveis por diversos projetos célebres. O terraço-jardim que projetou para o Edifício Gustavo Capanema é considerado um marco de ruptura no paisagismo brasileiro. Definido por vegetação nativa e formas sinuosas, o jardim (com espaços contemplativos e de estar) possuía uma configuração inédita no país e no mundo.
A partir daí, Burle Marx passará a trabalhar com uma linguagem bastante orgânica e evolutiva identificando-a muito com vanguardas artísticas como a arte abstrata, o concretismo, o construtivismo, entre outras. As plantas baixas de seus projetos lembram em muitas vezes telas abstratas, nas quais os espaços criados privilegiam a formação de recantos e caminhos através dos elementos de vegetação nativa.
Cronologia
1909 - nasce Burle Marx em 5 de agosto, em São Paulo
1913 - Muda-se com a família para o Rio de Janeiro, onde fixam domicílio
1928 a 1929 - Vive período na Alemanha com a família
1930 a 1934 - Ingressa e frequenta a Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro
1932 - Primeiro projeto de paisagismo para a residência da família Schwartz no Rio de Janeiro
1934 - Assume a Diretoria de Parques e Jardins do Recife, projeta praças e jardins públicos
1937 - Cria o primeiro Parque Ecológico do Recife
1949 - Adquire um sítio de 365.000 m2, em Guaratiba, RJ, onde abriga uma grande coleção de plantas
1953 - Projeta os Jardins da Cidade Universitária da Universidade do Brasil, Rio de Janeiro
1953 - Projeta o Jardim do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte
1954 - Realiza o projeto paisagístico para o Parque Ibirapuera, em São Paulo, SP (não executado)
1955 - Projeta o paisagismo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ
1961 - Projeta o paisagismo para o Eixo Monumental de Brasília
1961 - Paisagismo do Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro
1968 - Projeta o paisagismo da Embaixada do Brasil em Washington (Estados Unidos) -
1970 - Projeta o paisagismo do Palácio Karnak, sede oficial do Governo do Piauí.
1971 - Recebe a Comenda da Ordem do Rio Branco do Itamaraty em Brasília
1982 - Recebe o título Doutor honoris causa da Academia Real de Belas Artes de Haia (Holanda)
1982 - Recebe o título Doutor honoris causa do Royal College of Art em Londres (Inglaterra)
1985 - Doou seu sítio de Guaratiba com seu acervo ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN (na ocasião se chamava Fundação Nacional Pró Memória)
1990 - Projeta o paisagismo do Parque Ipanema, em Ipatinga/MG
Wednesday, June 29, 2011
Bad debt in Vietnam a big concern: gov’t official
Driven to the edge of bankruptcy, the Vietnam Shipbuilding Industry Group (Vinashin) racked up debts totaling VND86 trillion (US$4.4 billion) by June 2010. |
Bad debt in Vietnam, especially that owed by inefficient state-run groups, is a big concern and could pose a risk to economic stability in coming months as banks have not come up with plans to clean up their books, a government official said on Tuesday.
"Bad debt in the banking sector is a major concern," Le Xuan Nghia, deputy head of the National Financial Supervisory Committee, told a workshop chaired by the World Bank in Hanoi."State-owned economic groups are performing very inefficiently. They have used a large part of the national capital and are accumulating bad debts for banks," said Nghia, a former central bank official.
"Commercial banks have yet to find solutions to improve the situation," he said, without giving any value for the debt. "It's a secret," he added.
Non-performing loans as at June 10 rose to 2.72 percent of outstanding loans from 2.17 percent at the end of 2010, central bank Governor Nguyen Van Giau told Thanh Nien newspaper last Friday as saying.
High interest rates charged by banks have a negative impact on business and bad debt, Nguyen Ngoc Bao, head of the central bank's monetary policy department, told the conference.
Banks are charging as much as 20 percent for medium- and long-term dong loans.
Last month the central bank said outstanding loans at the end of 2010 totaled $125 billion, or nearly 20 percent more than gross domestic product.
Credit as of June 10 had risen 7.05 percent from the end of 2010, the central bank has said.
Source: Reuters
Subscribe to:
Comments (Atom)




.jpg)









